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2025-07-01
Um em cada cinco jovens diz ter competências a mais para emprego que exerce

Um em cada cinco jovens portugueses considera ter mais competências do que as necessárias para o desempenho do seu emprego. Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que dá conta, por outro lado, que quase 17% dos jovens abandonaram, pelo menos, um nível de escolaridade, ao longo do seu percurso educativo.

De acordo com o INE, entre os jovens com 16 a 34 anos empregados ou, não estando empregados, com experiência profissional anterior, 72,9% considera haver “uma correspondência entre as suas qualificações e as exigências laborais“. No entanto, 20,8% (cerca de um em cada cinco) argumentam que têm níveis de escolaridade superiores às exigências do trabalho que desempenham. “Uma proporção semelhante (22,7%) referiu ter mais competências do que as necessárias ao desempenho das suas funções”, sublinha o INE.

“Focando a análise no grupo dos que consideraram ter um nível de escolaridade superior ao exigido pelas funções que desempenha, observou-se que esta opinião foi mais partilhada por mulheres (22,1%) do que por homens (19,5%), de forma decrescente entre grupos etários (26,3% no dos 16 aos 19 anos por comparação com 19,2% no dos 30 aos 34 anos), mas crescente por nível de escolaridade (9,8% entre os que concluíram, no máximo, o 3.º ciclo do ensino básico e 23,8% entre os que têm ensino superior)”, acrescenta o gabinete de estatísticas.

Por outro lado, no que diz respeito ao percurso educativo dos jovens, é de destacar que 16,8% indicam ter, pelo menos, um nível de escolaridade não concluído. Destes, metade (50,8%) abandonou um curso de ensino superior, sendo as principais razões apontadas as questões financeiras ou de trabalho (30,1%) e a perceção de que o curso era demasiado difícil ou não correspondia às expectativas ou necessidades (28,2%).

A estas justificações, somam-se outras duas: 7,1% dos jovens mencionam problemas de saúde ou necessidade de cuidar de familiares dependentes, incluindo crianças; E 20,5% indicaram outra razão pessoal, como a mudança de residência, a falta de motivação, conflitos com professores ou outros estudantes e o desejo de realizar outras atividades.
 
   
 
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