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2021-11-30
Robert Walters divulga "Pesquisa Salarial Digital 2022"


A Robert Walters, consultora de recrutamento, lançou a "Pesquisa Salarial Digital 2022" onde inclui as tendências de contratação e salários para o próximo ano.

Assim, segundo a consultora, as três principais tendências de recrutamento para 2022 serão:

- Fintechs, Startups, Data Centers, Tech Competency Centers estão a crescer na região;

- Muitas empresas internacionais estão a reforçar a sua capacidade de produção, deslocando parte da sua atividade de outras regiões europeias para os centros de serviços partilhados e centros de excelência que foram criados de forma acelerada durante o Covid-19 em Finanças, RH, Marketing, Cadeia de Abastecimento & Logística e Procurement;

- A Energia Renovável é neste momento a indústria mais rápida em Portugal com investimentos multimilionários e leilões de sucesso. Os projetos de hidrogénio também estão a começar a desenvolver-se.

A retenção é também um desafio em 2022, uma vez que os profissionais continuam à procura de um emprego significativo e empresas que sejam capazes de ouvir os seus colaboradores, de aprender também com eles, e também de inovar em termos de regalias como flexibilidade e conciliação.

No que se refere aos salários, a estabilidade foi a principal tendência em 2021 em muitas empresas e a Compensação & Benefícios foi bastante importante para novas contratações.

Em 2022, os profissionais que movimentam projetos deverão beneficiar de um aumento médio de 8 a 12% no seu salário fixo, mantendo benefícios semelhantes, como seguro de saúde, seguro de vida, carro da empresa e despesas de viagem. Algumas empresas geralmente adiam alguns dos seus principais benefícios - como plano de pensões ou benefícios flexíveis - após um período de qualificação de 12 meses.

O salário variável também está a ter uma importância mais forte dentro do pacote global, uma vez que as empresas procuram recompensar as realizações pessoais e de desempenho da equipa.

Quanto ao trabalho híbrido, 40% dos profissionais dizem que os arranjos de trabalho híbrido do seu local de trabalho 'poderiam  melhorar'.

Enquanto mais e mais empresas estão a adotar ou encontram-se em processo de implementação de um modelo de trabalho híbrido, 40% dos entrevistados globalmente disseram que o modelo precisa ser melhorado e 42% disseram que se demitirão se o teletrabalho for removido completamente.

Ainda de acordo com a Robert Walters, que entrevistou 2.000 profissionais para identificar os sintomas de disfunção no trabalho híbrido, 55% dos trabalhadores sentem que o atual modelo híbrido não vai longe o suficiente para ajudar a trazer o equilíbrio necessário para sua vida pessoal e profissional: os profissionais afirmam que o modelo de trabalho construído à pressa tem permitido jornadas de trabalho mais intensas, onde é necessário participar em reuniões presenciais e virtuais.

De acordo com o relatório, o novo modelo de trabalho híbrido pouco pesquisado e testado resultou em trabalhadores que se sentiram sobrecarregados (54%) e exaustos (39%).

A maioria dos profissionais (85%) espera mais flexibilidade para trabalhar em casa como uma oferta padrão dos empregadores após a pandemia, enquanto 78% disseram que não aceitarão um novo emprego até que isso seja acordado com o possível empregador.

Retornar ao local de trabalho é muito importante para os jovens, com 75% dos jovens de 18 a 26 anos a afirmar que o seu local de trabalho é sua principal fonte de significado e conexão social.
 
   
 
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