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2021-11-12
Estudo da Fundação Calouste Gulbenkian: “A Equidade Intergeracional no Trabalho em Portugal”


A Fundação Calouste Gulbenkian apresentou o seu mais recente estudo, realizado no âmbito do projeto “Justiça Intergeracional” e inserido no Fórum Futuro – a plataforma de reflexão e debate sobre o futuro comum dos cidadãos, criada em 2019.

“A Equidade Intergeracional no Trabalho em Portugal” teve a autoria de Pedro S. Martins, professor na Nova School of Business and Economics (NOVA SBE), e tal como o nome indica debruça-se sobre o mercado de trabalho em Portugal, procurando identificar as principais questões de equidade intergeracional que têm afetado as diversas gerações de trabalhadores nas últimas décadas.

O estudo analisou empiricamente o caso do nosso país, no período compreendido entre 1986 e 2018, para oito gerações – nascidas entre 1920 e 1999 –, e no setor privado por conta de outrem, o que perfaz centenas de milhares de trabalhadores considerados.

A análise permitiu chegar a cinco conclusões principais: grande convergência de salários médios entre as diferentes gerações, nos últimos anos, porém num patamar particularmente baixo de rendimentos (600€-650€); aumento salarial médio por ano adicional de escolaridade a descer significativamente para as gerações mais recentes (de 10% para 5%); crises económicas a afetar a evolução profissional a médio prazo das gerações que entram no mercado de trabalho nestes períodos face às outras gerações; contratos a prazo enquanto realidade para dois terços das pessoas nascidas nos anos 90; e diferenças no acesso a subsídios de desemprego, doença e parentalidade, entre gerações.

De forma muito sintética, as gerações que têm o infortúnio de entrar no mercado de trabalho em períodos de crise financeira, são prejudicadas, não só no momento de entrada, mas também nos anos subsequentes à recuperação da economia. Fornecendo alguns dados para melhor entendimento, um trabalhador que tenha entrado no mercado de trabalho numa altura de desemprego 5% mais elevado do que a média, vai ter salários 5% mais baixos ao longo da sua carreira.

Aceda ao estudo na íntegra aqui.
 
   
 
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