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2021-08-16
Média salarial subiu desde o último verão pré-pandemia


Segundo cálculos do Dinheiro Vivo a partir dos dados sobre remunerações publicados pelo StatsLab do INE, a média salarial portuguesa chegou a junho deste ano com um aumento de 6,9% face ao início do último verão, livre da crise trazida pela pandemia COVID-19.

O salário médio bruto - incluindo subsídios variáveis - alcançou em junho os 1.395 euros, mais 90 euros que em igual mês de 2019, tendo por base os valores de remunerações declaradas à Segurança Social e Caixa Geral de Aposentações.

É este o resultado dado pela aritmética simples da média que cruza dados de salários pagos em todo o país com o número total de trabalhadores com contribuições de um ponto ao outro no calendário, sendo este último aquele que marca a recuperação global do nível de emprego na economia. Face há dois anos, regista-se um ganho ligeiro de 0,2% no número de trabalhadores.

O Dinheiro Vivo revela ainda que os dados do INE permitem olhar para os mesmos registos de remunerações por setores, sendo que o setor que mantém a maior perda de postos de trabalho, alojamento e restauração, conta menos 12,4% de trabalhadores, mas vê o salário médio subir 6,4%, alcançando agora os 849 euros.

Na indústria e comércio registou-se uma subida expressiva da média salarial. Na indústria, existe um défice de 3,3% nos postos de trabalho ocupados, enquanto o salário médio sobe 8,4%, para os 1214 euros. O comércio, tem 0,3% de vagas por preencher face a Junho de 2019 e vê a média salarial crescer 6,5%, para os 1212 euros.

Já a construção, um dos setores com maior dinamismo em todo este período, não tendo parado durante a pandemia, vê o salário médio crescer na exata mesma medida, 6,4%, para os 980 euros.

Também as atividades de informação e de comunicação registam um forte crescimento no número de salários declarados, de 14,5%, e com uma valorização da média salarial de 9%, para os 2191 euros.

O setor dos transportes e armazenagem foi onde menos se refletiu este aumento salarial (1,6%), seguido da administração pública (2,4%).
 
   
 
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