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17-06-2020
Happiness Works distingue as empresas mais felizes 2020 em Portugal


O momento é desafiante para as organizações que têm de se ajustar a uma nova forma de trabalhar, a um mundo em mudança e a uma crise económica derivada da pandemia. Ainda assim, há empresas felizes em Portugal, segundo o estudo "Happiness Works".

A ideia é avaliar a evolução da felicidade dos profissionais por setor e os resultados de 2020 demonstram que as 15 empresas mais felizes no nosso país são: Altronix, AMT Consulting, Cobelba, Ecoinside, Hilti Portugal, PHC Software, Portocargo, Prime IT, Quilaban, Samsys, Smart Consulting, Solfut, LDA, I Have The Power, YKK Portugal, Grupo Your, GSTEP, Exago, Htecnic e Lopes Barata.

Realizado desde 2012, o estudo avalia o nível de felicidade das organizações em Portugal onde são calculados o índice total da felicidade organizacional, índice de felicidade dos colaboradores com a organização e índice de felicidade dos colaboradores com a função que desempenham.

O estudo "Happiness Works", fundado por Georg Dutschke e Guilhermina Vaz Monteiro, tem como parceiros a Lukkap Portugal, Universidade Atlântica, Revista Exame, ACEGE - Associação Cristã de Empresários e Gestores, Sociedade Rebelo de Sousa Advogados e a APG.

Segundo o estudo, houve um ligeiro aumento do nível de felicidade organizacional em todos os setores de atividade em 2020, exceto das indústrias criativas, turismo, restauração e lazer.

Um indicador que "reflete o bom ambiente económico que se vivia até ao início da pandemia e maior cuidado das organizações em proporcionar bem-estar aos seus colaboradores". No entanto, apesar do problema da Covid-19 ter afetado muitos setores de atividade, "o nível de felicidade organizacional não decresceu com o início das medidas de restrição e proibição do trabalho presencial" muito devido "à forma como as empresas abordaram este problema e garantiram, no possível, o bem-estar e sustentabilidade dos colaboradores".

Na verdade, uma das conclusões mais importantes deste estudo é a "relação entre felicidade organizacional e rentabilidade". Tal como nos anos anteriores, quem é mais feliz  tem um maior contributo para a rentabilidade.

Em Portugal, embora se assista a um crescimento da preocupação em ter colaboradores felizes, uma grande parte das organizações ainda tem uma "visão muito tática", ou seja, tem o cuidado de proporcionar momentos e ações de bem-estar, como por exemplo disponibilizar fruta, ginásio, promover eventos de equipa, etc. Apesar de positiva, esta postura não permite criar uma cultura de felicidade organizacional já que pode não corresponder às reais necessidades dos colaboradores para que se sintam felizes na organização.
 
 
 
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