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2017-06-08
Happiness Works distinguiu empresas felizes 2017


O projeto «Happiness Works», coordenado em Portugal pela empresa Lukap com o apoio da revista “Exame”, da Winning, da Universidade Atlântica e da APG, distinguiu no passado dia 23 de maio as 10 empresas mais felizes em Portugal. São elas: Hilti (1º lugar), PHC Software (2º lugar), Omega Pharma (3º lugar), Grupo Your (4º lugar), Solfut (5º lugar), Real Vida Seguros (6º lugar), Mendes Gonçalves (7º lugar), F. Fonseca (8º lugar), Nova óptica de Loures (9º lugar) e  Selmatron (10º lugar).

O «Happiness Works» pretende verificar o nível de felicidade organizacional em Portugal e tem como base um projeto de investigação realizado por universidades portuguesas e espanholas que teve início em 2011 com o objetivo de identificar os fatores, na organização e função, que fazem os profissionais ser felizes.

Na Organização foram identificados o Ambiente interno, Reconhecimento e Confiança, Desenvolvimento Pessoal, Remuneração, Envolvimento Pessoal, Sustentabilidade e Inovação, Envolvimento com as Chefias e Organização, Definição de Objetivos, Equilíbrio entre a Profissão e Vida Pessoal.

Na Função foram identificados o Envolvimento com a Função, Desenvolvimento Pessoal, Reconhecimento e Respeito, Ambiente de Trabalho, Remuneração, Objetivos, Sustentabilidade e Segurança, Apoio das Chefias, Equilíbrio entre a Profissão e Vida Pessoal, Poder ser Empreendedor.

Em 2017, analisando as respostas recebidas, é possível verificar que profissionais mais felizes faltam menos 24%, têm uma menor intenção de sair da organização em 38% e sentem-se mais produtivos em 18%. Também a elevada correlação (0,92) entre ser um profissional feliz e estar envolvido com a organização.

Os resultados até agora obtidos demonstram que é possível medir Felicidade Organizacional e relacionar com Produtividade. Ou seja, é possível traduzir em euros os ganhos obtidos com colaboradores mais felizes.

Da análise dos resultados de 2017 é ainda possível observar que os colaboradores felizes têm um índice de felicidade de 4,2 (em 5) e os não felizes de 3,4. Mas, é curioso verificar que a diferença não existe quando isolamos o ser feliz na função, 4,2 (felizes) e 4,0 (não felizes). Ou seja, o problema não está na função, mas sim na organização, 4,1 / 2,9 (felizes/não felizes) e no estilo de liderança, 4,2/3,0 (felizes/não felizes).

O nível de felicidade organizacional tem aumentado nas organizações. Se em 2014 existia uma diferença muito relevante entre a felicidade dos diretores (3,7) e não diretores (3,1), em 2017 os valores são 4,0 (diretores) e 3,8 (não diretores). Ou seja, não apenas os níveis de felicidade organizacional são superiores, mas, mais importante, quase não existe diferença ente diretores e não diretores o que significa que estas organizações estão a conseguir implementar uma cultura de felicidade transversal à organização, fundamental para que as organizações sejam mais produtivas, consigam captar e reter talento e, desta forma, serem mais sustentáveis.

Saiba mais sobre este projeto e os resultados de 2017 aqui.

 

 
   
 
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